sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Distribuição das torcidas pelo Brasil - Veja onde há predomínio de torcedores paulistas, cariocas, mineiros e gaúchos no território brasileiro.

Este levantamento leva em conta todas as pesquisas regionais de torcidas publicadas. Algumas pesquisas das regiões Sul, Centroeste, Norte e Nordeste você pode encontrar nos links a seguir: Centro-Sul do BrasilNorte e Nordeste do Brasil

Para ilustrar o levantamento e facilitar o entendimento, criamos um mapa que mostra aonde ocorre o domínio de determinadas torcidas no Brasil. 

Separar por clube seria complexo e impreciso demais, tendo em vista a grande quantidade de regiões diferentes e dos diversos fatores que influenciaram o tamanho de determinada torcida nas mais diversas localidades. Assim sendo, dividimos o país em regiões onde predominam torcedores de determinado estado. 

Vale ressaltar que apenas as torcidas dos times cariocas, paulistas, gaúchos e mineiros foram consideradas, uma vez que correspondem a maioria absoluta dos torcedores (de acordo com os principais institutos de pesquisa), possuindo quantidades significativas de torcedores em grandes regiões. Mas há de se considerar que, os clubes de Recife (Sport, Santa Cruz e Náutico), Curitiba (Atlético PR, Coritiba e Paraná) e Salvador (Bahia e Vitória) possuem grande influência em suas respectivas regiões metropolitanas, e por isso correspondem a maior parte dos torcedores em suas respectivas capitais. Mas no Mapa de Distribuição das Torcidas não foram considerados pelos motivos descritos acima.

Veja também:
Distribuição das Torcidas pelo Brasil - Parte 2 (distribuição por clube)
Participação Percentual das Torcidas - Percentual em relação ao total de torcedores do Brasil e de cada estado da federação

Entenda a Influência de cada estado

Para entender o porquê da divisão, precisamos entender a importância das grandes metrópoles  brasileiras, que polarizam grandes áreas do território nacional. Essas metrópoles influenciam determinadas regiões em diversos aspectos (econômicos, culturais etc) e não poderia ser diferente no futebol.

O Rio de Janeiro por exemplo, já foi capital federal antes da década de 60. Sua influência sobre estados de times poucos tradicionais e influentes foi imensa. Os veículos de comunicação, sobretudo rádios ajudaram a construir a "força carioca" pelos estados do Norte e Nordeste ainda nas décadas de 40 e 50. O predomínio de torcidas cariocas nesses estados continuou intenso nos anos 70 e 80 com a fortíssima presença das Organizações Globo de Comunicação, que retransmitiam jogos dos times cariocas para esses estados. Hoje, a presença de torcidas cariocas ainda é maior, principalmente por causa de Flamengo e Vasco. Mas há um recente crescimento das torcidas paulistas, verificado nas pesquisas dos ultimos 20 anos, a ponto de clubes como Corinthians e São Paulo terem superado com folga as torcidas de Botafogo e Fluminense na maioria dos estados do Nordeste.

São Paulo é a maior metrópole do país, cidade e estado que possui os clubes mais "ricos" e vitoriosos de um modo geral. Associado a isso, o fato de São Paulo possuir uma forte influência sobre a região centro-sul, as torcidas paulistas estão concentradas em maior número nas regiões sudeste, sul e centroeste do país. Em razão da concentração da grande mídia - de alcance nacional - e dos principais veículos de comunicação priorizarem a cobertura dos clubes paulistas, estes encontram-se em amplo crescimento nas últimas pesquisas, inclusive em regiões antes dominadas pelas torcidas cariocas como Nordeste, Norte e Distrito Federal.

A zona de torcidas gaúchas é explicada pela forte imigração de gaúchos para colonizar terras  em outros estados, criando um fluxo intenso de gaúchos pelo sudoeste brasileiro. Sairam para "plantar soja" Brasil a fora, e levaram consigo a forte influência e tradição gaúcha. Essa influência não é perdida facilmente e por isso a presença da dupla GreNal se mantêm forte, sobretudo no oeste catarinense, sudoeste paranaense e em algumas cidades e/ou regiões isoladas do Centroeste.

Os times mineiros tambem possuem uma quantidade razoável de torcedores em uma área considerável polarizada por Belo Horizonte. Mas a forte influência dos vizinhos Rio e São Paulo ainda influenciam o estado de Minas Gerais, principalmente nas regiões próximas às fronteiras. Porém, o recente aumento da cobertura da mídia belorizontina pelo estado vem diminuindo o crescimento de torcidas não mineiras em Minas Gerais.


Considerações importantes sobre o levantamento:

A distribuição exposta não é regra. Em varias regiões um determinado clube carioca ou paulista pode ter uma grande torcida, mas ficar oculto no mapa por conta do predomínio na região. Por exemplo, o Flamengo possui uma das maiores torcidas do Mato Grosso, mas a soma de todas as torcidas paulistas supera e muito a soma de todas as torcidas cariocas neste estado. Por isso o mapa distribui apenas de acordo com o predomínio, de forma geral.

Outro exemplo são as torcidas dos times paulistas no Nordeste. Corinthians e São Paulo muitas vezes aparecem na frente de Fluminense, Botafogo e até do Vasco em varios estados, mas normalmente aparecem muito atrás do Flamengo. E na soma de todas as torcidas, o total de torcidas cariocas ainda acaba superando o total de torcedores de times paulistas.

Mapas com os detalhes de cada região estão disponíveis abaixo do mapa principal. Neles, é possível visualizar as regiões onde há um mix de torcedores de estados diferentes. Os mapas separados por regiões mostram as zonas principais de influência e as localidades onde há quantidade significativa de torcedores de um determinado estado através de quadradinhos. 


Veja o mapa do Brasil com a Distribuição das Torcidas

O mapa abaixo ilustra as zonas de predominância das torcidas dos 12 maiores clubes. De certa forma, são as zonas de influência. Entenda como "zonas com predomínio de torcidas" as áreas onde a soma de todas as torcidas de um estado supera a soma das demais. Considerando "torcidas paulistas" a soma das torcidas de Corinthians, São Paulo, Palmeiras e Santos;  "torcidas cariocas" a soma das torcidas de Flamengo, Vasco, Fluminense e Botafogo; "torcidas gaúchas" a soma das torcidas de Grêmio e Internacional; e "torcidas mineiras" a soma das torcidas de Cruzeiro e Atlético Mineiro. A descrição da distribuição, você encontra abaixo do mapa.
































Zona com predomínio de times Cariocas: Inclui a maior parte do território brasileiro e engloba o maior número de estados. Se estende do Rio de Janeiro passando pelo Espírito Santo e vai até o Norte e Nordeste. Também compreende o Distrito Federal, parte de Minas Gerais, parte de Goiás, litorais paranaense, catarinense e Vale do Itajaí.

Zona com predomínio de times Paulistas: Inclui grande parte da população do centro-sul, regiões de maior poder aquisitivo. Se estende do norte de Santa Catarina passando pelo Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e vai até parte de Rondônia. Também compreende o sul de Minas, Triângulo Mineiro e sul de Goiás, além de algumas regiões isoladas do Nordeste, especialmente na Bahia.

Zona com predomínio de times Gaúchos: Inclui basicamente o Rio Grande do Sul, além do oeste de Santa Catarina e sudoeste do Paraná. Existe ainda uma micro-área que vai da região central do Mato Grosso até o norte do estado com forte colonização gaúcha.

Zona com predomínio de times Mineiros: Inclui basicamente o miolo do extenso estado de Minas Gerais, na zona de influência de Belo Horizonte. 

Por regiões

Clique sobre a imagem para aumentar o tamanho do mapa. Nestes mapas divididos por regiões, é possível  observar não apenas as áreas de predomínio, mas também áreas mistas onde há significativa quantidade de torcedores de outro determinado estado. Esta quantidade não predominante, porém significativa, é ilustrada através de quadradinhos com a cor representativa de cada estado. Veja as descrições:




Região Norte: Percebe-se que há amplo predomínio de torcidas cariocas, exceto no sul de Rondônia. Mas há uma presença significativa de torcidas paulistas na região norte, sobretudo no Acre, Rondônia, Pará, Amazonas e Tocantins. Clique na imagem ao lado para ampliar o mapa.






Região Nordeste: Situação parecida com a Região Norte, no que se refere aos torcedores de times do Rio. Destaque para a grande quantidade de torcedores de times paulistas na Bahia e Pernambuco, onde se equivalem aos times cariocas (especialmente o Flamengo que representa a grande maioria) e em algumas regiões até superam, como na Zona da Mata e Agreste pernambucano e região de Salvador-BA. Alagoas e Sergipe o domínio é maior por parte dos clubes cariocas.  Clique na imagem ao lado para ampliar o mapa.





Região Centroeste: Nota-se um grande predomínio de torcedores dos clubes de São Paulo com significativa presença de torcidas cariocas (representados praticamente apenas pelo Flamengo) e torcidas gaúchas em regiões de forte colonização gaudéria. Em Goiás, boa parte do estado é de predominância carioca, sobretudo no norte do estado, talvez em razão da proximidade com o Distrito Federal, mas há também uma presença paulista considerável nessas regiões, como podemos perceber na figura. Clique na imagem ao lado para ampliar o mapa.





Região Sudeste: Percebe-se que há amplo predomínio apenas nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Observa-se a presença de uma quantidade significativa de torcedores de times cariocas e paulistas nas regiões mineiras de fronteira e triângulo mineiro; e a presença significativa de torcedores mineiros no Espírito Santo. Clique na imagem ao lado para ampliar o mapa.




Região Sul: Na figura, é possível perceber que o Sul possui três regiões com predominância diferente, mas há um grande mix em Santa catarina entre torcidas gaúchas, cariocas e paulistas, que mesmo nas áreas de dominância de determinado estado, verifica-se a presença de torcedores de outros estados. O Paraná possui o oeste e o litoral com predominância gaúcha e carioca, respectivamente, mas com forte presença de times paulistas em ambas as regiões. Clique na imagem ao lado para ampliar o mapa.



Outras Considerações

◙ População e quantidade absoluta

Com relação ao número de habitantes de cada região de predomínio, as áreas de predomínio mais populosas são:

Zona com predomínio de times Cariocas - Abrange aproximadamente 95 milhões de habitantes.

Zona com predomínio de times Paulistas - Abrange aproximadamente 60 milhões de habitantes.

Zona com predomínio de times Gaúchos - Abrange aproximadamente 18 milhões de habitantes.

Zona com predomínio de times Mineiros - Abrange aproximadamente 13 milhões de habitantes.


◙ Potencial de consumo

Com relação ao poder aquisitivo de cada região de predomínio, as áreas com predomínio de torcidas paulistas constituem as regiões com maior concentração de renda, ou seja, as torcidas paulistas são predominantes em regiões onde há grande concentração de renda e potencial de consumo elevado.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Veja quando e como foi a pior campanha de cada clube do G13 no Brasileirão

Veja o detalhe das piores campanhas de cada clube no Campeonato Brasileiro. Os dados são referentes às edições a partir de 1967. Vale salientar que a vitória valia apenas 2 pontos até 1994, e a partir deste ano as vitórias passaram a valer 3 pontos.

Maior parte deste levantamento foi realizado por Artur Louback Lopes

Palmeiras

Pior campanha - 36% de aproveitamento (2002)

Time de 2002 - Marcos, Leonardo, Alexandre, César e Diego; Paulo Assunção, Fabiano Eller, Arce e Lopes; Muñoz e Nenê. Técnico: Vanderley Luxemburgo

Pior resultado - Paraná 5 x 1 Palmeiras

A campanha - 27 pontos em 25 jogos: 6 vitórias, 9 empates, 10 derrotas, -9 (saldo)

Pior colocação - 24º (28 times), em 2002


Cruzeiro

Pior campanha - 33,3% de aproveitamento (1994)

Time de 1994 - Dida, Zelão, Célio Lúcio, Arley e Nonato; Douglas, Ademir e Cerezo; Macalé, Cleison e Roberto Gaúcho. Técnico: Ênio Andrade

Pior resultado - Cruzeiro 1 x 5 Remo

A campanha - 16 pontos em 24 jogos: 6 vitórias, 4 empates, 14 derrotas, -13 (saldo)

Pior colocação - 22º (24 times), em 1994


Corinthians

Pior campanha - 22,2% de aproveitamento (2000)

Time de 2000 - Maurício, Índio, Fábio Luciano, João Carlos e André Luís; Vampeta, Edu, Márcio Costa e Ricardinho; Ewerthon e Luizão. Técnico: Oswaldo Alvarez

Pior resultado - Corinthians 1 x 4 Flamengo

A campanha - 16 pontos em 24 jogos: 4 vitórias, 4 empates, 16 derrotas, -20 (saldo)

Pior colocação - 16º (16 times), em 1987


Internacional

Pior campanha - 36,1% de aproveitamento (1989)

Time de 1989 - Taffarel, Chiquinho, Aguirregaray, Nórton e Casemiro; Norberto, Luis Carlos e Dacroce; Roberto Carlos, Nelson e Edu. Técnico: Paulo César Carpegiani

Pior resultado - Cruzeiro 4 x 2 Internacional

A campanha - 13 pontos em 18 jogos: 4 vitórias, 5 empates, 9 derrotas, -5 (saldo)

Pior colocação - 21º (26 times), em 2002



São Paulo

Pior campanha - 39,1% de aproveitamento (1998)

Time de 1998 - Rogério, Zé Carlos, Capitão, Márcio Santos e Serginho; Alexandre,
Fabiano, Carlos Miguel e Raí; França e Dodô. Técnico: Nelsinho Batista

Pior resultado - São Paulo 2 x 7 Portuguesa

A campanha - 27 pontos em 23 jogos: 8 vitórias, 3 empates, 12 derrotas, -1 (saldo de gols)

Pior colocação - 15º (24 times), em 1998


Botafogo

Pior campanha - 21,4% de aproveitamento (1993)

Time de 1993 - Carlão, Eliomar, André, Rogério e Clei; Perivaldo, Nélson, Suélio e Eliel; Marcelo e Sinval. Técnico: Carlos Alberto Torres

Pior resultado - Corinthians 5 x 1 Botafogo

A campanha - 6 pontos em 14 jogos: 2 vitórias, 2 empates, 10 derrotas, -14 gols (saldo)

Pior colocação - 26º (26 times), em 2002


Grêmio

Pior campanha - 28,2% de aproveitamento (2004)

Time de 2004 - Tavarelli, Michel, Baloy, Claudiomiro e Élton; Cocito, Bruno e Leânderson; Luciano Ratinho, Christian e Marcelinho. Técnico: Adilson Batista

Pior resultado - Santos 5 x 1 Grêmio

A campanha - 39 pontos em 46 jogos: 9 vitórias, 12 empates, 25 derrotas, -20 (saldo)

Pior colocação - 24º (24 times), em 2004


AtléticMG

Pior campanha - 14,2% de aproveitamento (1993)

Time de 1993 - Luis Henrique, Luciano, André, Ryuler e Paulo Roberto; Valdir, Cristovão, Pael e Negrini; Reinaldo e Renaldo. Técnico: Otacílio Gonçalves

Pior resultado - Atlético-MG 1 x 3 Vasco

A campanha - 4 pontos em 14 jogos: 1 vitória, 2 empates, 11 derrotas, -14 (saldo)


Pior colocação - 32º (32 times), em 1993


Flamengo

Pior campanha - 35,8% de aproveitamento (2001)

Time de 2001 - Júlio César, Alessandro, Juan, Gilmar e Cássio; Jorginho, Rocha, Beto e Petkovic; Reinaldo e Edílson. Técnico: Zagallo

Pior resultado - Vasco 5 x 1 Flamengo

A campanha - 29 pontos em 27 jogos: 8 vitórias, 5 empates, 14 derrotas, -14 (saldo)

Pior colocação - 24º (28 times), em 2001


Vasco


Pior campanha  - 21,8% de aproveitamento (1970)

Time de 1970 - Andrada, Fidélis, Clóvis, Moacir e Eberval; Alcir e Buglê, Jaílson, SIlva, Valfrido e Gílson Nunes

Pior resultado - Atlético-PR 4 x 1 Vasco

A campanha - 7 pontos em 16 jogos: 2 vitórias, 3 empates, 11 derrotas, -12 (saldo)

Pior colocação - 17º (17 times), em 1969 e 17º (17 times) em 1970


Pior campanha após 1971 - 36,9% 
de aproveitamento (1995)

Time de 1995 - Carlos Germano, Pimentel, Sidney, Ricardo Rocha e Bruno Carvalho; Charles Guerreiro, Juninho e Yan; Valdir, Clóvis e Leonardo. Técnico: Jair Pereira

Pior resultado - Goiás 4 x 0 Vasco

A campanha - 17 pontos em 23 jogos: 7 vitórias, 3 empates, 13 derrotas, -7 (saldo)

Pior colocação no Brasilero pós 71 - 20º (24 times), em 1995


Fluminense

Pior campanha - 28,5% 
de aproveitamento (1993)

Time de 1993 - Ney, Júlio César, Júnior Mineiro, Andrei e Lira; Chiquinho, Alaércio, Serginho e Julinho; Jerry e Ézio. Técnico: Nelsinho

Pior resultado - Fluminense 2 x 4 Palmeiras

A campanha - 8 pontos em 14 jogos: 3 vitórias, 2 empates, 9 derrotas, -8 (saldo)

Pior colocação - 23º (24 times), em 1996 e 1997


Santos

Pior campanha - 36,6% 
de aproveitamento (1987)

Time de 1987 - Rodolfo Rodriguez, Davi, Luisinho, Nildo e Raul; Mendonça, César Sampaio, Arizinho e Augusto; Chicão e Antonio Carlos


Pior resultado - Atlético MG 5 x 1 Santos

A campanha - 11 pontos em 15 jogos: 2 vitórias, 7 empates, 6 derrotas, -10 (saldo)

Pior colocação - 20º (24 times), em 1996


Bahia

Pior campanha - 28,5% 
de aproveitamento (1993)

Time de 1993 - Rodolfo Rodrigues, Lima, Jorginho, Vilmar e Rogério; Pino, Marquinhos Ferreira e Arthurzinho; Gilson Batata, Marcelo Ramos e Naldinho. Técnico: José Francisco Nóbrega da Silva

Pior resultado - Cruzeiro 6 x 0 Bahia

A campanha - 8 pontos em 14 jogos: 2 vitórias, 4 empates, 8 derrotas, -19 (saldo)

Pior colocação - 24º (24 times), em 2003



Ordem dos piores aproveitamentos de cada clube, do melhor para o pior:

1. São Paulo - 39,1%
2. Santos - 36,6%
3. Internacional - 36,1%
4. 
Palmeiras - 36%
5. 
Flameng- 35,8%
6. 
Cruzeiro - 33,3%
7. 
Fluminense 28,5%
7. Bahi- 28,5%
9. Grêmi- 28,2%
10. Corinthians - 22,2% 
11. Vasc- 21,8%
12. Botafog- 21,4%
13. AtléticMG - 14,2%



Atualizado em: out/2011.


quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Clubes que mais vezes foram "lanternas" no Brasil

O levantamento aborda apenas o número de vezes em que cada clube foi "lanterna", ou seja, na condição de último colocado do campeonato. Apenas maiores clubes brasileiros foram pesquisados.

Vale destacar que este levantamento leva em conta apenas competições disputadas no âmbito nacional. São elas: Campeonato Brasileiro séries A, B e C (incluindo o Robertão), Copa dos Campeões, Campeonatos Regionais (Rio-São Paulo, Sul Minas e Copa do Nordesde) e Campeonatos Estaduais.

Confira o ranking completo de "lanternas" do futebol brasileiro:


◙ Ranking dos "Lanternas"

1º Fluminense - 6 vezes lanterna. 
Cinco vezes no Rio-São Paulo (1942/1950/1962/1993/2000) e uma vez no Camp. Carioca (1921).

2º 
Vitória - 5  vezes lanterna.
Quatro vezes no Camp. Baiano (1910/1929/1938/1939) e uma vez na Série A (1991).

2º 
Portuguesa - 5 vezes lanterna. 
Cinco vezes no Rio-São Paulo (1953/1958/1959/1961/1966).

4º 
Botafogo - 4 vezes lanterna. 
Duas vezes no Rio-São Paulo (1954/1997), uma vez no Camp. Carioca (1923) e uma vez na Série A (2002).

4º 
Corinthians - 4 vezes lanterna. 
Três vezes no Rio-São Paulo (1955/1998/1999) e uma vez na Série A (1987).

6º 
Atlético PR - 3 vezes lanterna. 
Duas vezes no Camp. Paranaense (1933/1967) e uma vez na Copa dos Campeões (2002).

6º 
Flamengo - 3 vezes lanterna. 
Duas no Rio-São Paulo (1952/2001) e uma no Camp. Carioca (1933).

6º 
São Paulo - 3 vezes lanterna. 
Três no Rio-São Paulo (1940/1951/1964).

6º 
Vasco - 3 vezes lanterna. 
Duas no Robertão (1969/1970) e uma na Terceira Divisão do Camp. Carioca (1916).

6ª 
Sport - 3 vezes lanterna. 
Duas vezes na Série A (1999/2001/2009).

11º 
Atlético MG - 1 vez lanterna. 
Uma vez na Série A (1993).

11º 
Grêmio - 1 vez lanterna. 
Uma vez na Série A (2004).

11º 
Bahi1 vez lanterna. 
Uma vez na Série A (2003).

11º 
Coritiba - 1 vez lanterna. 
Uma vez na Série A (1989).


 Clubes do G12 que nunca foram "lanternas":

Cruzeiro
Internacional
Palmeiras
Santos

Atualizado em out/2012.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Lista de todos os campeões e vice-campeões brasileiros

Veja o quadro completo do Brasileirão com todos os campeões e vice-campeões nacionais de cada temporada.

Cronologia do Campeonato Brasileiro de Futebol:

1959 - 1968 - Taça Brasil
1967 - 1970 - Taça de Prata (ou Roberto Gomes Pedrosa)
1971 - 2002 - Campeonato Brasileiro (Campeonato Nacional de Clubes, Copa Brasil, Copa União, Taça de Ouro, Copa João Havelange)
2003 - 2020 - Campeonato Brasileiro Série A ou 'Brasileirão' - formato atual de pontos corridos 

Todos os campeões e vice-campeões brasileiros:
 
ANO
CAMPEÃO
VICE-CAMPEÃO
1959
Bahia
Santos
1960
Palmeiras
Fortaleza
1961
Santos
Bahia
1962
Santos
Botafogo
1963
Santos
Bahia
1964
Santos
Flamengo
1965
Santos
Vasco
1966
Cruzeiro
Santos
1967
Palmeiras
Náutico
1967
Palmeiras
Internacional
1968
Santos
Internacional
1968
Botafogo
Fortaleza
1969
Palmeiras
Cruzeiro
1970
Fluminense
Palmeiras
1971
AtléticMG
São Paulo
1972
Palmeiras
Botafogo
1973
Palmeiras
São Paulo
1974
Vasco
Cruzeiro
1975
Internacional
Cruzeiro
1976
Internacional
Corinthians
1977
São Paulo
AtléticMG
1978
Guarani
Palmeiras
1979
Internacional
Vasco
1980
Flamengo
AtléticMG
1981
Grêmio
São Paulo
1982
Flamengo
Grêmio
1983
Flamengo
Santos
1984
Fluminense
Vasco
1985
Coritiba
Bangu
1986
São Paulo
Guarani
1987
Sport
Guarani
1987
Flamengo
Internacional
1988
Bahia
Internacional
1989
Vasco
São Paulo
1990
Corinthians
São Paulo
1991
São Paulo
Bragantino
1992
Flamengo
Botafogo
1993
Palmeiras
Vitória
1994
Palmeiras
Corinthians
1995
Botafogo
Santos
1996
Grêmio
Portuguesa
1997
Vasco
Palmeiras
1998
Corinthians
Cruzeiro
1999
Corinthians
AtléticMG
2000
Vasco
São Caetano
2001
Atlético PR
São Caetano
2002
Santos
Corinthians
2003
Cruzeiro
Santos
2004
Santos
Atlético PR
2005
Corinthians
Internacional
2006
São Paulo
Internacional
2007
São Paulo
Santos
2008
São Paulo
Grêmio
2009
Flamengo
Internacional
2010
Fluminense
Cruzeiro
2011
Corinthians
Vasco
2012
Fluminense
AtléticMG
2013
Cruzeiro
Grêmio
2014
Cruzeiro
São Paulo
2015
Corinthians
AtléticMG
2016
Palmeiras
Santos
2017
Corinthians
Palmeiras
2018
Palmeiras
Flamengo
2019
Flamengo
Santos




BRASILEIRÃO


CLUBE

TÍTULOS

VICES
10
4
   
8
8
7
3
7
2
6
6
  
4
5
4
4
4
0
3
7
2
3
2
3
2
2
1
5

Fonte: http://www.cbf.com.br/


O quadro acima ilustra apenas os clubes que tiveram soma igual ou superior a 4, entre título de campeão e vice-campeão brasileiro, ou clubes com o mínimo de 2 títulos brasileiros. Clubes com soma de campeão e vice inferior a 4, ou com menos de 2 títulos nacionais não estão ilustrados na tabela.


Atualizado em Jan/2020